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Como a terapia por ondas de choque pode aliviar a dor crônica?

Como a terapia por ondas de choque pode aliviar a dor crônica | Dr. Davi Bellan

Descubra como a terapia por ondas de choque fornece alívio inovador para a dor crônica. Uma abordagem eficaz, não invasiva e com resultados a curto prazo.

Introdução à terapia por ondas de choque

A terapia por ondas de choque é um procedimento não invasivo, que utiliza ondas acústicas de alta energia para tratar diversas condições musculoesqueléticas, como tendinites, fascite plantar e epicondilite, comumente conhecida como cotovelo de tenista. Essa forma de tratamento utiliza a energia das ondas de choque para induzir microtraumatismos na área afetada, estimulando assim processos regenerativos e reparativos do corpo.

Quais são os mecanismos de ação?

Quando as ondas de choque são aplicadas, elas provocam a formação de novos vasos sanguíneos, promovendo a melhoria da circulação sanguínea e aumentando o fluxo de nutrientes necessários para a recuperação dos tecidos. Além disso, há a liberação de substâncias anti-inflamatórias e analgésicas que auxiliam no alívio da dor.

Como funciona a tecnologia envolvida?

Existem dois tipos principais de terapia por ondas de choque: focal e radial. A primeira concentra as ondas em um ponto específico, enquanto a terapia radial dispersa as ondas sobre uma área mais extensa, por exemplo, ao longo de um tendão lesionado. Os dispositivos utilizados podem ser eletro hidráulicos, piezoelétricos ou pneumáticos, dependendo da origem das ondas.

Terapia por ondas de choque | Dr. Davi Bellan

Quais são suas aplicações clínicas?

A terapia é indicada para pacientes que não respondem bem aos tratamentos convencionais e que sofrem com dor crônica. Evidências clínicas têm mostrado resultados positivos na melhoria da mobilidade e diminuição da dor em condições como calcificações no ombro, esporões do calcanhar e outros problemas tendíneos.

A terapia por ondas de choque é geralmente considerada segura, mas como qualquer procedimento médico, pode apresentar riscos e contraindicações. É fundamental que os pacientes consultem um especialista para avaliar se essa técnica é apropriada para o seu caso específico.

Fundamentos científicos da terapia por ondas de choque

A terapia por ondas de choque é uma modalidade não invasiva que utiliza ondas mecânicas para estimular a regeneração tecidual de várias condições musculoesqueléticas. Esta técnica baseia-se em princípios científicos sólidos, que foram confirmados através de estudos e pesquisas clínicas extensas. A seguir estão alguns dos fundamentos científicos por trás desta terapia:

  • Mecanismo de Ação: As ondas de choque são ondas de energia acústica de alta intensidade que, quando aplicadas em tecidos lesados, podem iniciar uma série de respostas biológicas. Estas incluem a neovascularização, que é a formação de novos vasos sanguíneos para melhorar a circulação sanguínea e o processo de cura.
  • Efeitos Analgésicos: Acredita-se que as ondas de choque causem a liberação de substâncias que inibem a transmissão de sinais de dor ao cérebro, produzindo assim um efeito analgésico.
  • Reparação Tecidual: Há evidências de que a terapia por ondas de choque estimula e acelera os processos de reparação tecidual, como a formação de colágeno, essencial para a recuperação de tendões e ligamentos danificados.
  • Redução da Inflamação: Além de estimular a reparação, estas ondas podem diminuir a inflamação nos tecidos, contribuindo para a redução da dor e do inchaço.
  • Cavitação: Outra possibilidade é o fenômeno da cavitação, em que pequenas bolhas nos fluidos corporais se expandem e colapsam devido às ondas de choque, o que pode ajudar a desintegrar depósitos de cálcio e outros tecidos duros.

A evidência clínica e os relatos de pacientes indicam que a terapia por ondas de choque pode ser uma opção eficaz para o manejo da dor crônica e a restauração da mobilidade.

História e evolução da terapia por ondas de choque

A terapia por ondas de choque, também conhecida como terapia extracorpórea por ondas de choque (ESWT do inglês “Extracorporeal Shock Wave Therapy”), tem uma história interessante que começa longe do campo da medicina musculoesquelética. Originalmente, as ondas de choque eram utilizadas a partir da década de 1970 na medicina para desintegrar cálculos renais, um tratamento conhecido como litotripsia.

Com o tempo, observou-se que as ondas de choque não só tinham a capacidade de fragmentar pedras, mas também promoviam a regeneração de tecidos. A partir daí, começou a exploração de seu uso para tratar condições ortopédicas, como:

  • Tendinites
  • Fascite plantar
  • Epicondilite
  • Calcificação do ombro
  • Dores musculares crônicas
  • Bursites do quadril

A evolução da terapia por ondas de choque foi marcada pelo desenvolvimento tecnológico e pelo aprofundamento do entendimento de seus mecanismos de ação. As primeiras gerações de dispositivos eram grandes e funcionavam com base em ondas de choque eletro-hidráulicas, pneumáticas ou piezoelétricas. Com o avanço tecnológico, os equipamentos tornaram-se mais compactos, portáteis e com uma gama mais ampla de ajustes de intensidade e frequência das ondas, tornando-os mais versáteis e eficazes para diferentes tratamentos.

Estudos clínicos têm demonstrado os benefícios terapêuticos das ondas de choque, que incluem a melhoria da circulação sanguínea, a redução de inflamações, o estímulo da produção de colágeno e a aceleração dos processos de regeneração tecidual. A terapia por ondas de choque, por ser um método não invasivo e com mínimos efeitos colaterais, tornou-se uma alternativa cada vez mais procurada por pacientes com dores crônicas que buscam alívio sem recorrer a cirurgias ou a longos períodos de uso de medicamentos.

Indicações e condições tratáveis

A terapia por ondas de choque tornou-se uma solução eficaz para diversos tipos de dor crônica e condições musculoesqueléticas. Esta técnica não invasiva pode ser aplicada em uma série de patologias, apresentando bons resultados especialmente onde outras abordagens conservadoras não foram bem-sucedidas. Abaixo estão algumas das indicações e condições que podem ser tratadas com terapia por ondas de choque:

  • Fascite plantar: Uma das causas mais comuns de dor no calcanhar, caracterizada pela inflamação da faixa de tecido que liga o calcanhar aos dedos e doi quando o paciente coloca o calcanhar no chão.
  • Epicondilite lateral: Também conhecida como cotovelo de tenista, é uma condição que causa dor na parte externa do cotovelo devido à sobrecarga dos tendões do antebraço.
  • Tendinopatia patelar: Dor e inflamação no tendão patelar, frequentemente associada a esportistas que realizam saltos frequentes.
  • Esporão de calcâneo: Crescimento ósseo no calcanhar que pode causar dor ao caminhar ou ficar de pé.
  • Tendinopatia de Aquiles: Inflamação e degeneração do tendão de Aquiles, que conecta o músculo da panturrilha ao calcanhar.
  • Bursite trocantérica: Inflamação na bursa situada na lateral do quadril, causando dor e desconforto na área.
Fascite plantar: uma das condições que podem ser tratadas com terapia por ondas de choque
Fascite plantar: uma das condições que podem ser tratadas com terapia por ondas de choque

Além destas, a terapia por ondas de choque é também aplicável em casos de pseudartrose (ausência de cicatrização óssea após uma fratura), síndrome da dor miofascial (condição que afeta os músculos e o tecido circundante) e a dissolução de calcificações musculares.

Este tratamento é muitas vezes escolhido por pacientes que procuram alternativas não farmacológicas e não cirúrgicas para o manejo da dor crônica, e que buscam uma recuperação rápida e eficaz. A correta indicação e aplicação da terapia por ondas de choque devem ser sempre conduzidas por um profissional de saúde qualificado.

A eficácia e segurança dessa abordagem fazem dela uma opção terapêutica cada vez mais reconhecida no campo da medicina de reabilitação e gestão da dor.

Como funciona a terapia: O procedimento detalhado

A terapia por ondas de choque é um tratamento minimamente invasivo que promove a recuperação de lesões crônicas e redução da dor. O procedimento se desenrola da seguinte maneira:

Avaliação Inicial

  • Uma avaliação aprofundada é realizada para diagnosticar a condição e determinar a adequação da terapia por ondas de choque.
  • O médico identifica a área exata da dor ou da lesão para aplicação precisa das ondas de choque.

Preparação para o Tratamento

  • O paciente é posicionado confortavelmente, geralmente deitado ou sentado.
  • A área de tratamento é limpa e um gel condutor é aplicado para facilitar a transferência das ondas de energia.

Aplicação das Ondas de Choque

  • Um dispositivo transdutor é colocado sobre a pele na região afetada.
  • Ondas de choque de alta energia são então emitidas em pulsos diretamente para o tecido lesado.
  • A duração e a intensidade das ondas são ajustadas com base na resposta do paciente e na gravidade da condição.

Mecanismo de Ação

  • As ondas de choque estimulam o processo de regeneração do corpo ao causar microtraumas na área afetada.
  • Isso promove a formação de novos vasos sanguíneos, aumentando a circulação sanguínea e facilitando a regeneração do tecido.

Pós-Tratamento

  • O paciente pode sentir alívio imediato ou ao longo de várias sessões, dependendo da condição tratada.
  • Atividades de baixo impacto podem ser retomadas logo após o tratamento, mas evitar esforços intensos são geralmente recomendados por um período.
  • Os anti-inflamatórios devem ser evitados após a terapia pois podem impactar na eficácia do tratamento

A frequência e o número total de sessões dependem da resposta individual ao tratamento e da gravidade da condição. O acompanhamento médico é fundamental para ajustar o plano de tratamento conforme necessário e garantir a eficácia da terapia. É importante ressaltar que a terapia por ondas de choque é apenas um dos componentes de um plano de tratamento integrado, que pode incluir exercícios físicos, medicamentos e outras formas de fisioterapia.

Benefícios da terapia por ondas de choque para a dor crônica

A terapia por ondas de choque é uma opção promissora no tratamento de dor crônica, oferecendo diversos benefícios para pacientes que não respondem a terapias convencionais. Alguns dos principais benefícios incluem:

  • Não Invasivo: Diferentemente de procedimentos cirúrgicos, a terapia por ondas de choque é não invasiva, o que significa que não há cortes ou incisões envolvidos. Isso reduz significativamente o risco de infecções e complicações pós-operatórias.
  • Recuperação Rápida: Os pacientes geralmente podem retomar suas atividades normais pouco tempo após cada sessão de tratamento, o que é ideal para aqueles que buscam uma solução com mínimo tempo de inatividade.
  • Alívio da Dor e Melhora da Função: Muitos estudos reportam que a terapia por ondas de choque oferece alívio significativo da dor crônica e melhora nas condições de função, o que contribui para uma melhor qualidade de vida para os pacientes.
  • Redução da Necessidade de Medicamentos: Por proporcionar alívio da dor, a terapia por ondas de choque pode reduzir a necessidade de uso contínuo de medicamentos, especialmente analgésicos que podem ter efeitos colaterais quando utilizados a longo prazo.
  • Estímulo à Cura Natural do Corpo: A terapia por ondas de choque pode promover os processos regenerativos do corpo, estimulando o reparo de tecidos e ossos sem a necessidade de intervenção farmacológica ou cirúrgica.
  • Sessões Rápidas e Práticas: As sessões de terapia por ondas de choque tendem a ser rápidas, durando em média de 15 a 20 minutos. Isso facilita a incorporação do tratamento na rotina dos pacientes, sem perturbar significativamente seu dia a dia.
  • Tratamento Personalizável: Os parâmetros do tratamento podem ser ajustados conforme a necessidade individual de cada paciente, tornando a terapia flexível e personalizável para diversas condições de dor crônica.

A terapia por ondas de choque representa, portanto, uma opção inovadora e eficaz para quem busca aliviar a dor crônica, oferecendo uma abordagem de tratamento centrada no paciente e que favorece a sua recuperação e bem-estar.

Comparação com outras terapêuticas para dor crônica

Quando comparada a outras terapias de tratamento da dor crônica, a terapia por ondas de choque apresenta características distintas. Por exemplo:

  • Medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios: Estes são frequentemente usados na gestão da dor crônica. Contudo, apresentam riscos de efeitos colaterais a longo prazo, como problemas gastrointestinais e dependência. A terapia por ondas de choque, em contrapartida, é um procedimento não invasivo e com efeitos colaterais mínimos reportados.
  • Fisioterapia: Embora a fisioterapia possa ser altamente eficaz para algumas condições, ela geralmente exige um compromisso de longo prazo com múltiplas sessões por semana. A terapia por ondas de choque muitas vezes requer menos sessões e pode produzir resultados mais rápidos em comparação. Porém não são tratamentos excludentes, na maioria das situações a fisioterapia e a terapia por ondas de choque se complementam.
  • Acupuntura: A acupuntura pode aliviar a dor crônica, mas nem todos os pacientes respondem bem a esta terapia, e ainda existe alguma controvérsia em relação à sua eficácia. A terapia por ondas de choque oferece uma abordagem baseada em evidências com resultados clinicamente comprovados.
  • Cirurgias: Procedimentos cirúrgicos podem ser recomendados para casos específicos de dor crônica. A terapia por ondas de choque surge como uma alternativa menos invasiva, que pode ser considerada antes de opções cirúrgicas.

Riscos e considerações ao optar pela terapia por ondas de choque

Ao considerar a terapia por ondas de choque para alívio da dor crônica, diversos fatores e riscos devem ser cuidadosamente avaliados para garantir a segurança e eficácia do tratamento:

  • Efeitos colaterais: Embora geralmente considerada segura, a terapia por ondas de choque pode causar efeitos colaterais como dor, edema, hematoma, parestesia ou mesmo lesões na pele no local de aplicação.
  • Contraindicações: Pacientes com distúrbios de coagulação, uso de anticoagulantes, infecções ativas, gravidez ou com história de epilepsia devem abster-se deste tratamento ou utilizá-lo apenas sob estrita supervisão médica. Presença de tumores malignos na região a ser tratada é outra contra indicação.
  • Variação na eficácia: A terapia pode não ser eficaz para todos os pacientes. A resposta ao tratamento pode variar consideravelmente, e alguns indivíduos podem não experimentar o alívio desejado da dor.
  • Múltiplas sessões: Dependendo da condição, podem ser necessárias múltiplas sessões para alcançar o alívio desejado.
  • Expectativas realistas: É vital que os pacientes mantenham expectativas realistas em relação aos resultados do tratamento. Enquanto muitos experimentam melhora significativa, a terapia por ondas de choque talvez não elimine completamente a dor ou a causa subjacente.
  • Experiência do profissional: A qualificação e a experiência do profissional que aplica a terapia são essenciais para a eficácia e minimização dos riscos.
  • Acompanhamento importante: Revisões regulares com o o seu médico permitem ajustar o plano de tratamento conforme necessário. A maioria dos tratamentos variam de 3 a 5 sessões.
  • Custos e cobertura de seguro: Tratamentos com ondas de choque podem ser onerosos, e nem todos os planos de saúde reembolsam este tipo de terapia, o que pode representar um ônus financeiro considerável para o paciente.

Antes de iniciar o tratamento, é recomendável uma avaliação aprofundada com o seu médico para determinar se a terapia por ondas de choque é a opção mais indicada e segura para o caso específico do paciente. É imperativo também, que os pacientes mantenham comunicação aberta com seu médico durante todo o processo para que expectativas realistas sejam estabelecidas e alcançadas.

Cuidados pós-terapia e gestão de expectativas

Após a terapia por ondas de choque, é crucial que os pacientes sigam cuidadosamente as instruções pós-tratamento para maximizar a eficácia e minimizar qualquer desconforto. Cada individuo deve respeitar seu próprio ritmo de recuperação e estar ciente de que os resultados podem variar.

Para garantir uma recuperação adequada, os pacientes devem considerar as seguintes recomendações:

  • Descanso moderado: Evitar atividades extenuantes nas primeiras 24 a 48 horas após o tratamento para não sobrecarregar a área tratada.
  • Aplicação de compressas quentes: A aplicação de calor pode ser sugerida para reduzir a dor eventual e ajudar na recuperação muscular.
  • Evitar anti-inflamatórios: Medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) devem ser evitados, pois podem interferir no processo de cura natural induzido pela terapia.
  • Exercícios leves e alongamentos: Eles podem ser recomendados pelo terapeuta para manter a mobilidade e promover a cura.

A importância da personalização no tratamento da dor crônica

Tratar a dor crônica é um desafio que exige uma abordagem multifacetada. Isso se deve à complexidade das condições subjacentes e das percepções individuais da dor. A personalização do tratamento é fundamental e pode ser a chave para aliviar o sofrimento dos pacientes de modo eficaz.

  • Individualização da Terapia: Cada paciente experimenta a dor de maneira única, influenciada por fatores biológicos, psicológicos e sociais. Portanto, a personalização permite que os tratamentos sejam adaptados às necessidades específicas de cada indivíduo.
  • Avaliação Compreensiva: A personalização começa com uma avaliação detalhada da condição do paciente, incluindo a história da dor, exames físicos e, se necessário, exames complementares. Essa avaliação direciona a escolha das intervenções.
  • Eficiência e Eficácia: Terapias padronizadas podem não ser eficientes para todos os pacientes. Um tratamento personalizado tem maior potencial para atingir a origem da dor e proporcionar alívio duradouro.
  • Envolvimento do Paciente: Quando os pacientes estão envolvidos no processo de tomada de decisões sobre seus tratamentos, tendem a se sentir mais controlados e satisfeitos, o que pode resultar em uma melhor adesão ao tratamento e, consequentemente, melhores resultados.
  • Monitoramento e Ajustes: O tratamento personalizado exige monitoramento contínuo e a capacidade de fazer ajustes conforme necessário. Isso inclui avaliar a eficácia da terapia por ondas de choque e modificar a abordagem se a resposta ao tratamento for subótima.

A terapia por ondas de choque, quando personalizada, pode ser particularmente benéfica, pois é um tratamento não invasivo que pode ser ajustado para focar especificamente na localização, intensidade e duração da dor crônica que cada paciente enfrenta. Portanto, a personalização não é apenas uma preferência, mas uma necessidade no caminho para o alívio efetivo e sustentado da dor crônica.

O impacto e a esperança na luta contra a dor crônica

A terapia por ondas de choque (TOC) manifestou-se como um farol de esperança no universo do tratamento da dor crônica. Esta tecnologia, que atua a partir de ondas acústicas que estimulam a cura nos tecidos afetados, apresenta impactos positivos significativos para pacientes que sofrem com diversas condições dolorosas que perduram por longos períodos.

Os resultados observados em estudos clínicos e relatos de pacientes demonstram que a TOC pode efetivamente reduzir a dor, melhorando assim a qualidade de vida dos indivíduos tratados. Há relatos de que a mobilidade melhora, a inflamação diminui e um processo regenerativo é iniciado em tendões e músculos que antes estavam alterados. Mais do que uma simples paliativo, a TOC se apresenta como uma proposta regenerativa, buscando atingir a raiz do problema.

Ademais, a TOC oferece uma alternativa para aqueles que não responderam bem a outros tratamentos, representando um avanço notável na medicina intervencionista da dor. A esperança se renova de que a TOC continue a evoluir e se solidifique como uma prática padrão no alívio da dor crônica.

Referências:
Mayo Clinic

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